O músico destacou a profunda influência que o autor de “Mariquinha” tem exercido sobre si ao longo dos anos. “É o cota Bonga. Sei lá, aquele cota leva-me ao céu e traz-me ao chão”, afirmou Graciano, deixando claro que a ligação vai muito além da admiração profissional — trata-se de uma verdadeira conexão emocional com a música de Bonga. O artista confessou ainda que, se tivesse a oportunidade de escolher alguém para uma colaboração de sonho, esse nome seria, inevitavelmente, o do veterano cantor angolano.
Na sua playlist pessoal, Graciano Damásio inclui também nomes consagrados como Paulo Flores, Matias Damásio, Filipe Mukenga e Waldemar Bastos, reforçando o quanto valoriza a música feita com alma, história e identidade angolana. “A lista é muito grande”, disse, destacando a riqueza musical do país.
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